Você faz o que gosta ou gosta do que faz?
Quando éramos crianças, nossos sonhos pareciam não ter limites — queríamos ser engenheiros, médicos, pilotos, artistas, cientistas — e, no meio de tantos caminhos possíveis, alguns desejos amadurecem enquanto outros se transformam. Nem sempre seguimos exatamente a rota imaginada, mas aprendemos a encontrar sentido no percurso: às vezes realizamos aquilo que sempre quisemos, outras vezes desenvolvemos paixão por algo que a vida nos apresentou. No fim, essa capacidade de adaptar sonhos, aprender a gostar do que fazemos e continuar buscando propósito é a essência do empreendedorismo e da realização pessoal — afinal, como disse Steve Jobs, fazer um excelente trabalho exige amar o que se faz; e, de um jeito ou de outro, quando encontramos esse equilíbrio, deixamos de apenas existir e passamos, de fato, a viver.
2/3/20261 min read


Quando éramos crianças, sonhávamos ser engenheiros, pilotos de avião, médicos ou enfermeiros, cientistas, professores, advogados, escritores, astronautas, veterinários, jogadores de futebol, atores e músicos. Enfim, muitos sonhos e, particularmente, o meu sonho era ser músico profissional, mas hoje estudo Administração e a música ficou como hobby. Mesmo não sendo, a priori, o que eu gostaria de fazer, eu gosto de Administração. O meu sonho de ser músico? Não ficou para traz, apenas amadureceu!
O senso comum nos diz que quando trabalhamos no que nos dá prazer, o sucesso é decorrente. Em muitos casos, porém, por força das circunstâncias, as pessoas não conseguem realizar o sonho profissional. Então, o sucesso vem pelo desenvolvimento da apreciação de uma atividade que inicialmente não fora escolhida. Há muitas histórias à nossa volta que retratam essa experiência.
Para mim, os dois casos retratam a essência do empreendedorismo: realizar o que sempre teve vontade ou aprender gostar de algo relevante que começou fazer.
Ainda assim, em minha opinião, continua válida a afirmação de Steve Jobs:
A única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou, continue procurando. Não se acomode. Assim como tudo que importa para o coração, você saberá quando encontrar.
Você faz o que gosta ou gosta do que faz?
De um jeito ou de outro, você deixou de simplesmente "existir" e passou a viver!
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